“Aproximémonos al trono de la gracia”: soteriología y santuario en Crosier y Andrews

Autores/as

  • Douglas Reis Professor da Bíblia Colégio Adventista Portão

Palabras clave:

Adventismo, Chasco, Profeta Daniel, Santuario celestial, Interpretación profética, Soteriología

Resumen

El movimiento iniciado por William Miller se desintegró después del chasco que se dio luego del 22 de octubre de 1844. Varios grupos milleritas expresaron sus propias interpretaciones de la decepción y, entre ellos, grupos más pequeños se demoraron en temas como el santuario celestial y la observancia del sábado, dando origen a un grupo de adventistas sabatistas cuya comprensión de las Escrituras los llevó a la conclusión de que Jesús inició una nueva fase de su ministerio entrando en el lugar santísimo del santuario celestial en octubre de 1844. En octubre de 1860, estos adventistas sabatistas adoptarían oficialmente el nombre de Iglesia adventista del séptimo día. Este artículo estudia dos contribuciones importantes de Crosier y Andrews, pioneros adventistas, a la doctrina del santuario, y su relación con la soteriología. En la conclusión, se presenta un resumen de la teología de los autores y sus aportes para que la soteriología adventista continúe construyendo sobre la base del santuario.

Citas

“No one knows the number of ministers preaching the Millerite message, but Himes estimate it at three to four hundred in January 1842, while the Christian Herald six months later suggested at least seven hundred.” George R. Knight, William Miller and the Rise of Adventism (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2010), 95.

Para algumas considerações sobre o método de interpretação bíblica empregado por Miller, consultar P. Gerard Damsteegt, Foundations of the Seventh Day Adventist Message and Mission (Grand Rapids, MI: Eerdmans Publishing, 1977), 17-32; Roy Graf, “The Principle of Articulation in Adventist Theology: An Evaluation of Current Interpretations and Proposal” (tese doutoral, Adventist International Institute of Advanced Studies, Silang, Filipinas, 2017), 162-163. Para uma análise das divergências entre Miller e seus contemporâneos, consultar C. Mervyn Maxwell, Magnificent Disappointment: What Really Happened in 1844… and Its Meaning for Today (Boise, ID: Pacific Press Publishing Association, 1994), 17-18; Le Roy E. Froom, Movement of Destiny (Washington, DC: Review & Herald Publishing Association, 1978), 68, 70-71; A Brief History of William Miller the Great Pioneer in Adventual Faith, 4th ed. (Boston, MA: Adventist Christian publication society, 1915), 194-210.

A conferência ocorreu em 29 de abril de 1845, reunindo “sixty-one recognized delegates from responding Adventist societies, in nine States [of United States] and Ontario, Canada”. Arthur Whitefield Spalding, Origin and History of Seventh-Day Adventists, vol. 1 (Washington, DC: Review and Herald, 1961), 153.

Paul K. Conkin, American Originals: Homemade Varieties of Christianity (Chapel Hill, NC: The University of North Carolina Press, 1997), 123.

Knight, William Miller and the Rise of Adventism, 240.

Ibid., 178.

Para mais detalhes, consultar Le Roy E. Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers: The Historical ,Development of Prophetic Interpretation, vol. 4 (Washington, DC: Review & Herald Publishing Association, 1954), 877-881; Alberto R. Timm, “The Sanctuary and the Three Angels’ Messages 1844-1863: Integrating Factors in the Development of Seventh-Day Adventist Doctrines” (tese doutoral, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1995), 93.

Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, 4:884.

O termo “polêmica” aqui é usado em sentido técnico, como uma disputa doutrinal entre grupos cristãos.

Considerando aqui que Crosier se filiou ao grupo posteriormente, ainda que por um curto período de tempo.

Uriah Smith, The 2300 Days and the Sanctuary, Advent and Sabbath Tracts 5 (Rochester, NY: Adventist Review Office, 1854). Posteriormente, surgiram edições ampliadas desse trabalho: Uriah Smith, The Sanctuary and Twenty-Three Hundred Days of Daniel Viii, 14 (Battle Creek, MI: Steam Press of the Seventh-day Adventist Publishing Association, 1863); Uriah Smith, The Sanctuary and Twenty-Three Hundred Days of Daniel Viii, 14, 2.ª ed. rev. (Battle Creek, MI: Steam Press of the Seventh-day Adventist Publishing Association, 1877); Uriah Smith, Looking unto Jesus; or, Christ in Type and Antitype (Battle Creek, MI: Review & Herald Publishing Co. 1897).

O. R. L. Crosier, “The Law of Moses,” The Day-Star Extra 9 (1846): 38; O. R. L. Crosier, “The

Sanctuary,” Advent Review 1, n.os 3-4 (1850): 2. Ambos os artigos são originalmente de 1846,

sendo que “The Santuary” também foi publicado em The Day-Star e posteriormente reimpresso em uma edição da Advent Review. Embora haja algumas diferenças entre os dois artigos, também há inúmeras convergências e parágrafos inteiros que são completamente idênticos.

Um sumário biográfico sobre Crosier se encontra em Burt, “The Extended Atonement View,” Andrews University Seminary Studies 44, n.º 2 (2006): 334.

Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, 4:1228. Para mais detalhes contextuais sobre o artigo incial de Crosier, consultar Burt, “The Extended Atonement View,” 333.

Knight, William Miller and the Rise of Adventism, 261.

Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, 4:886.

Damsteegt, Foundations of the Seventh Day, 30.

Burt, “The Historical Background,” 37.

Para uma avaliação da mensagem de Miller, ver Alberto R. Timm, O Santuário e as Três Mensagens Angélicas: Fatores integrativos no desenvolvimento histórico da doutrina adventista, 5.ª ed. (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2009), 17.

Enquanto Charles Fich endossava a interpretação de Miller, ressaltando a purificação da terra pelo fogo, Josiah Lich cria que a igreja era o verdadeiro santuário e Apollos Hale identificava o santuário com a terra prometida de Israel (Burt, “The Historical Background,” 37-38).

Crosier, “The Law of Moses,” 38.

Ibid., 42.

Algumas dessas características podem ser atribuídas à tradição milerita. Ver Damsteegt, Foundations of the Seventh Day, 17. Entretanto, Miller não aplicou uma hermenêutica histórico-literal às realidades celestiais, como fariam depois os pioneiros da Igreja Adventista do Sétimo dia. Ver Graf, “The Principle of Articulation,” 163.

Por ora, apenas um exemplo servirá para constatar como Crosier trabalha a todo instante amparado em noções da tipologia bíblica: “The features of the substance always bear a resemblance to those of the shadow, hence the ‘heavenly things’ referred to in this text must be priestly service ‘in the heavens’ (verses 1, 2) performed by our High Priest in His Sanctuary; for if the shadow is service, the substance is service also.” Crosier, “The Law of Moses,” 39.

Ibid., 38.

Ibid.; Crosier, “The Sanctuary,” 2.

“In common with many other Protestants who employed historicist hermeneutic, the Millerites identified the Roman Catholic Church with Babylon, especially during the early years of theirmovement” (Damsteegt, Foundations of the Seventh Day, 47). Ver também Burt, “The Historical Background,” 27.

Crosier, “The Law of Moses,” 38; Crosier, “The Sanctuary,” 3. Crossier entende que a investida de Roma papal é contra o santuário que está no céu (Sl 102,19; Jr 17,12; Hb 8,1.2). O ataque se caracteriza como blasfêmia, quando, por exemplo, Roma é chamada de “cidade santa”, título da Nova Jerusalém (Ap 21,2) ou o papa aplica a si títulos usados em deferência a Cristo, como “Senhor Deus o Papa”, “Santo Pai”, “Cabeça da Igreja”, desse modo mostrando o desejo de ocupar o santuário de Deus, onde Cristo está (2 Ts 2,1-8). Ibid.

Ibid.

Crosier, “The Sanctuary,” 6.

Crosier, “The Law of Moses,” 38.

Ibid., 43-44. Crosier traça uma ligação entre o anúncio do mistério de Deus, no contexto da

sétima trombeta (Ap 10,7), com o que ele denomina “dispensação da graça” (Ef 2,4-6; 6,19;

Cl 1,27). Ao se cumprir o mistério de Deus, inicia-se a dispensação da plenitude dos tempos,

quando o que é mortal se revestirá de imortalidade (1 Co 15,51-54). A transição de uma dispensação para a outra é marcada por uma zona de fronteira na qual se percebe certa ambivalência: Além dessas duas dispensações, Crosier menciona outra, uma dispensação da lei. A dispensação da lei termina sete anos após o início da dispensação da graça (ou do evangelho), porque se encerra junto às setenta semanas de Daniel (Dn 9,24-27), enquanto a dispensação da graça se inicia na última semana, justamente quando Cristo começa Seu ministério (Mt 1,14.15; Mt 4,23).

Crosier, “The Sanctuary,” 17.

Crosier, “The Law of Moses,” 38.

Ibid., 39.

Ibid., 40. Contra a afirmação de que há apenas um Lugar Santo no céu, ou que o próprio céu seja um santuário, Crosier fornece três objeções e também se dedica a estudar a expressão τὰ ἅγια. Consultar Timm, “The Sanctuary,” 97.

Crosier, “The Law of Moses,” 41.

Ibid.

Ibid., 39. Crosier fornece 18 razões para crer que a economia mosaica tipifique a divina. Ao

todo, o artigo enumera 19, mas, por lapso ou erro de impressão, a quarta é omitida.

Sobre a multiplicidade de intérpretes, veja Damsteegt, Foundations of the Seventh Day, 19;

Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, 4:406.

Para mais detalhes sobre o conceito e a aplicabilidade do princípio dia/ano, consultar especialmente William H. Shea, Selected Studies on Prophetic Interpretation, vol. 1, Daniel and Revelation Committee Series (Silver Springs, MD: Biblical Research Institute of General Conference of Seventh-day Adventists, 1982), 56-93; Alberto R. Timm, “Miniature Symbolization and the Year-Day Principle of Prophetic Interpretation,” Andrews University Studies 42, n.º 1 (2004): 49-167; Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, 4:872.

Crosier, “The Law of Moses,” 41.

Crosier, “The Sanctuary,” 3.

Crosier, “The Law of Moses,” 42. Diversos textos bíblicos (Lv 12,4; 21,12; Nm 19,20; 2 Cr 36,14; Ez 5,11; 23,38.39; Zc 3,4; 1 Mc 1,20-24) são referidos para estabelecer esse ponto. Chama a atenção que Crosier muitas vezes aluda a textos apócrifos. Não fica claro se ele reconhecia a canonicidade de tais escrituras ou se os menciona a título de comparação.

Ibid., 40.

Ibid.

Ibid., 39.

Ibid., 42. Da mesma maneira como a expiação na dispensação do evangelho corresponde ao serviço diário, a expiação no fim dos 2300 anos corresponde à expiação anual.

Crosier, “The Sanctuary,” 14.

Crosier, “The Law of Moses,” 40.

Ibid.

Ibid., 42.

Ibid., 39.

Ibid., 43. Crosier elenca um total de oito argumentos para provar que o bode emissário não pode tipificar a Jesus, os quais podem ser assim resumidos: (1) o bode emissário somente é usado após a conclusão do processo de expiação (Lv 16,20.21); (2) o bode emissário morria em um lugar deserto, o que requereria que Jesus morresse em circunstâncias semelhantes para representar seu antítipo; (3) é dito que o bode retém a iniquidade, enquanto Jesus voltará sem os pecados que assumiu na cruz na ocasião da parusia; (4) se o sumo-sacerdote “transfere” a iniquidade sobre o bode, qual sumo-sacerdote teria transferido a iniquidade sobre Cristo?; (5) há dois bodes, que servem a propósitos distintos, sendo que ambos não poderiam representar a Jesus; (6) o termo original Azazel tem sido identificado com o de um demônio, o que exclui a possibilidade de que o bode sorteado para essa entidade represente a Cristo; (7) a tipologia do bode emissário liga-se perfeitamente à descrição do fim de Satanás (Ap 20); (8) finalmente, a identificação de muitos dos primeiros cristãos do bode com o adversário de Deus indica que ele não pode representar a Cristo.

Ibid., 39. Crosier interpreta o conceito de expiação de uma forma bastante ampla, apresentando

evidências de que ele recebe diversas nomenclaturas ao longo das Escrituras.

Ibid., 40.

Crosier, “The Sanctuary,” 11.

Crosier, “The Law of Moses,” 41; Crosier, “The Sanctuary,” 19. De fato, o entendimento de expiação na literatura dos pioneiros adventistas parece indicar que, em algum sentido, eles não limitavam o processo à morte de Cristo na cruz, o que, em alguns casos levou à conclusão de que a expiação na cruz era incompleta. Apenas décadas depois, Ellen White parece ter resolvido a questão, afirmando explicitamente que a expiação realizada na cruz tinha um caráter completo. Todavia, em outros textos, White também descreve que, em Seu santuário, Jesus realiza expiação por Seu povo. Assim, a tensão entre a cruz e o santuário permaneceu. Posteriormente, Froom sugeriu uma terminologia para esclarecer esse ponto, afirmando que a morte de Jesus no Calvário constituiu-se expiação completa, enquanto no santuário celestial Jesus realiza a aplicação de Sua expiação. Embora não isenta de críticas, a definição ajudou a esclarecer a compreensão da complexidade do processo de expiação. George W. Reid, “Salvation and the Sanctuary,” JATS 3, n.º 1 (1992): 97-99.

Crosier, “The Law of Moses,” 41. O texto que motiva essa reflexão é Romanos 5,11.

Crosier, “The Sanctuary,” 19-20. Essa conexão permite ver como as diversas fases do processo de salvação estão articuladas dentro da história a partir da atuação de Cristo entre os homens e também em Seu santuário.

Ibid. Deve-se entender que para Crosier a salvação não se resume à experiência existencial marcada por um encontro subjetivo com a pessoa de Jesus, mas a um processo articulado pela atuação de Jesus em Seu santuário celestial, que se desdobra na história humana, culminando nos eventos escatológicos marcados pela completa vitória divina.

Ibid.

“The early Sabbatarians did not see the sanctuary and second-advent doctrines as being two separate entities. Rather they saw them explaining the sequence of event leading up to the second Advent.” Knight, William Miller and the Rise of Adventism, 262.

Revisando o artigo de Crosier, Froom observa a perspectiva do autor: “The cross, therefore, is only the beginning of redemption. The end embraces much more” (The Prophetic Faith of Our Fathers, 4:1228).

“The discovery of the heavenly sanctuary led Adventist pioneers to change radically the ontological and epistemological assumptions behind their interpretation of heavenly realities. This discovery involved an application of the literal hermeneutics of Millerism to heavenly realities.” Graf, “The Principle of Articulation,” 162-163. Em nota de pé, Graf menciona o artigo de Crosier.

Crosier, “The Law of Moses,” 43.

Burt, “The Extended Atonement View,” 334.

Froom, Movement of Destiny, 73; George R. Knight, End-Time Events and The Last Generation (Nampa, ID: Pacific Press Publishing, 2018).

Timm, “The Sanctuary,” 216.

Damsteegt, Foundations of the Seventh Day, 171.

J. N. Andrews, “The Sanctuary,” Adventist Review and Sabbath Herald, das datas: 23 de dezembro, 1852; 6 de janeiro, 1853; 20 de janeiro, 1853; 3 de fevereiro, 1853.

J. N. Andrews, The Sanctuary and Twenty-Three Hundred Days (Rochester, NY: Tg. White,

.

J. N. Andrews, The Sanctuary and Twenty-Three Hundred Days, 2.ª ed. (Rochester, NY: Tg. White, 1872).

Andrews, “The Sanctuary,” 121.

Ver ibid., 121-122.

Ibid., 122.

Ibid. Embora não emprega a nomenclatura, o raciocínio seguinte evoca esse princípio: “It is a fact that 2300 literal days [not quite seven years] would not cover the duration of a single power in this prophecy, much less extend over them all. Therefore, the days must be symbols, even as the beast and horns are shown to be symbols.” Para um histórico desse princípio e análise de seu emprego, consultar Timm, “Miniature Symbolization and the Year-Day Principle of Prophetic Interpretation.”

Andrews, “The Sanctuary,” 122.

Ibid.

Lançado originalmente no periódico Adventist Herald, o material seria publicado posteriormente no formato de livro. Ver Sylvester Bliss, Analysis of Sacred Chronology: With the Elements of Chronology, and the Nm of the Hebrew Text Vindicated, 2.ª ed. (Boston, NY: Js. V. Himes, 1851).

Andrews, “The Sanctuary,” 123. O autor levanta duas hipóteses para o início do cômputo profético: (1) o decreto seria o do sétimo ano de Artaxexes, correspondendo ao ano de 458-457 a. C. ou (2) se relacionaria ao decreto do vigésimo ano, 464-463 a. C. Entretanto, no último caso, a primeira parte da profecia, i. e., as 70 semanas, encerrar-se-iam em 46-47 d. C., data sem importância para os eventos descritos pela profecia.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Alberto Timm, “O. R. L. Crosier: A Biographical Introduction” (Berrien Springs, MI: Andrews

University, 1991), 19. Paper não-publicado.

Andrews, “The Sanctuary,” 125.

Ibid.

Ibid., 131.

Ibid., 130.

Entre os pioneiros, não há vestígio de dúvida sobre a autoria paulina de Hebreus.

Andrews, “The Sanctuary,” 131.

Ibid., 132.

Ibid.

Ibid.

Ibid., 145. O ponto central é que, à semelhança do tabernáculo mosaico, o templo de Salomão apoia-se em um modelo, o qual remete ao santuário celestial. Para enfatizar esse ponto, Andrews cita Wisdom of Solomon 9,8.

Andrews, “The Sanctuary,” 137.

Ibid.

Ibid., 137-138. Há de se observar que a argumentação apresentada por Andrews adota uma abordagem que admite que ou o texto se refere ao sacerdócio no reino de Cristo ou a um possível sacerdócio mosaico, sem considerar que aspectos dos textos de Ezequiel poderiam ser aplicados ao sacerdócio de Cristo, apesar de haver claras indicações que nem tudo se refere ao reino de Deus. Algo semelhante pode ser notado em Isaías 65,16-25, que, embora seja aplicado à Nova Terra, aplica-se primariamente a Israel e menciona elementos que certamente não se coadunam à vida imortal no reino de Deus (Is 65,20). Muitos dos elementos proféticos presentes tanto em Isaías quanto em Ezequiel seriam posteriormente enriquecidos pelo Apocalipse e ressignificados em sua aplicação ao povo de Deus no contexto posterior ao sacrifício de Cristo.

Ibid., 138.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Andrews analisa sete pontos da explicação dada por Gabriel ao profeta; ver ibid., 139.

Ibid.

Andrews, “The Sanctuary,” 145.

Ibid.

Ibid. O comentário de Andrews é relevante por justapor dois temas fundamentais ao adventismo, tanto o tema do santuário, quanto o do conflito cósmico.

Ibid., 146. Andrews inclui no serviço diário os chamados sábados anuais, luas novas e festas.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Andrews, “The Sanctuary,” 146-147.

Ibid., 147.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid.

Ibid., 149.

Ibid.

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Publicado

2021-06-16

Número

Sección

Artículos